segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Para conhecermos os amigos é necessário
passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a
quantidade e, na desgraça, a qualidade.
Confúcio
BONS AMIGOS
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Machado de Assis
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís de Camões
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Reforma Ortográfica
Reforma Ortográfica

Não
é de hoje que os integrantes da Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa (CPLP) pensam em unificar as ortografias
do nosso idioma. Desde o início do século XX, busca-se
estabelecer um modelo de ortografia que possa ser usado como
referência nas publicações oficiais e no ensino. No
quadro a seguir tem-se, resumidamente, as principais tentativas de
unificação ortográfica já ocorridas entre
os países lusófonos. No Brasil, note que já houve
duas reformas ortográficas: em 1943 e 1971. Assim, um brasileiro
com mais de 65 anos está prestes a passar pela terceira reforma.
Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945.
Cronologia das Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Séc XVI até ao séc. XX -
Em Portugal e no Brasil a escrita praticada era de caráter
etimológico (procurava-se a raiz latina ou grega para escrever
as palavras).
1907 - A Academia Brasileira de Letras começa a simplificar a escrita nas suas publicações.
1910
- Implantação da República em Portugal – foi
nomeada uma Comissão para estabelecer uma ortografia
simplificada e uniforme, para ser usada nas publicações
oficiais e no ensino.
1911
- Primeira Reforma Ortográfica – tentativa de uniformizar
e simplificar a escrita de algumas formas gráficas, mas que
não foi extensiva ao Brasil.
1915 - A Academia Brasileira de Letras resolve harmonizar a ortografia com a portuguesa.
1919 - A Academia Brasileira de Letras revoga a sua resolução de 1915.
1924 - A Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começam a procurar uma grafia comum.
1929 - A Academia Brasileira de Letras lança um novo sistema gráfico.
1931 -
Foi aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o Brasil e
Portugal, que visava suprimir as diferenças, unificar e
simplificar a língua portuguesa, contudo não foi posto em
prática.
1938 - Foram sanadas as dúvidas quanto à acentuação de palavras.
1943
- Foi redigido, na primeira Convenção ortográfica
entre Brasil e Portugal, o Formulário Ortográfico de
1943.
1945
- O acordo ortográfico tornou-se lei em Portugal, mas no Brasil
não foi ratificado pelo Governo. Os brasileiros continuaram a
regular-se pela ortografia anterior, do Vocabulário de 1943.
1971 - Foram promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal.
1973 - Foram promulgadas alterações em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
1975
- A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de
Letras elaboram novo projeto de acordo, que não foi aprovado
oficialmente.
1986
- O presidente brasileiro José Sarney promoveu um encontro dos
sete países de língua portuguesa - Angola, Brasil, Cabo
Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São
Tomé e Príncipe - no Rio de Janeiro. Foi apresentado o
Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua
Portuguesa.
1990
- A Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro
juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da
Língua Portuguesa – as duas academias elaboram a base do
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O documento
entraria em vigor (de acordo com o 3º artigo do mesmo) no dia
1º de Janeiro de 1994, após depositados todos os
instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do
Governo português.
1996 - O último acordo foi apenas ratificado por Portugal, Brasil e Cabo Verde.
2004
- Os ministros da Educação da CPLP reuniram-se em
Fortaleza (Brasil), para propor a entrada em vigor do Acordo
Ortográfico, mesmo sem a ratificação de todos os
membros.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Linguagem culta ou coloquial: você sabe a diferença, na hora de fazer a redação?
Muitos
internautas têm enviado mensagens, com dúvidas sobre um
termo muito comum nos enunciados de provas. Lá, nas propostas
dos concursos, é comum aparecer: "obedeça à norma culta
da Língua Portuguesa". Ao ler isso, corre-se o risco de cair no
equívoco de interpretação, acreditando-se que
escrever obedecendo-se à norma "culta" seria o equivalente
a escrever "difícil" ou "complicado". Nada disso! O que ocorre
é que existem, basicamente, dois níveis ou padrões de linguagem – a linguagem culta ou formal e a linguagem coloquial (ou informal).
Linguagem culta ou formal ->
caracterizada pela correção gramatical, ausência de
termos regionais ou gírias, bem como pela riqueza de
vocabulário e frases bem elaboradas. Salvo raras
exceções, é a linguagem dos livros, jornais,
revistas e, é claro, a linguagem que você deverá
empregar em sua prova.
Linguagem coloquial
-> é aquela que usamos no dia-a-dia, nas conversas informais
com amigos, no bate-papo e no bilhete para a empregada ou para o filho
que irá chegar, com as instruções para o jantar.
Descontraída, dispensa formalidades e aceita gírias,
diminutivos afetivos e termos regionais.
Qual a diferença entre linguagem culta e coloquial?
Linguagem culta ou formal -> caracterizada pela correção gramatical,
ausência de termos regionais ou gírias, bem como pela riqueza de
vocabulário e frases bem elaboradas. Salvo raras exceções, é a
linguagem dos livros, jornais, revistas e, é claro, a linguagem que
você deverá empregar em sua prova.
Linguagem coloquial -> é aquela que usamos no dia-a-dia, nas conversas informais com amigos, no bate-papo e no bilhete para a empregada ou para o filho que irá chegar, com as instruções para o jantar. Descontraída, dispensa formalidades e aceita gírias, diminutivos afetivos e termos regionais.
Linguagem coloquial -> é aquela que usamos no dia-a-dia, nas conversas informais com amigos, no bate-papo e no bilhete para a empregada ou para o filho que irá chegar, com as instruções para o jantar. Descontraída, dispensa formalidades e aceita gírias, diminutivos afetivos e termos regionais.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Por que escutar é difícil
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Ouvir
atentamente ou escutar é privilégio de pouquíssimas pessoas. Veja quais são
os fatores que enfraquecem a capacidade de escutar:
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Habilidade de Ouvir
Habilidade de Ouvir
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Quando ouvimos atentamente uma pessoa, estamos na
verdade ouvindo duas partes distintas de sua mensagem.
Ouvir corretamente é:
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Comunicação
As comunicações são o centro gravitacional de
todas as atividades humanas. Literalmente nada acontece sem que haja prévia
comunicação. Um grande número de problemas pode ser ligado à falta de
comunicação - saber qual é o problema já é ter meia solução.
Comunicar bem não é só transmitir ou só receber
bem. COMUNICACÃO é troca de ENTENDIMENTO, e ninguém entende ninguém sem
considerar além das palavras, as emoções e a situação em que fazemos a
tentativa de tornar comuns conhecimentos, ideias, instruções ou qualquer
outra mensagem, seja ela verbal, escrita ou corporal.
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Qual é o caminho para as
comunicações?
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As
comunicações são como uma rua de duas mãos,e a tarefa de comunicar-se não
está concluída até que haja compreensão, aceitação e ação resultante. A
finalidade da comunicação é afetar comportamentos.
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Um erro
comum é o de emitir instruções por escrito e acreditar que sua interpretação
será, assim, mais precisa e que não haverá possibilidade de problemas. Temos
plena necessidade de tanto verificar a receptividade de uma instrução escrita
como a de examinar o entendimento de instruções verbais.
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As
recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de
se obtê-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Sábado a noite sai de casa com minhas amigas,Carol e Alice,chegamos a casa de Lucas que iria nós levar à G.L.S. com o carro do visinho,que tinha um caso com a mãe dele,embarcamos no carro e logo liguei para à casa de Vinicios,ele logo disse que já estava pronto ,então quando chegaram a casa dele ligamos o radio e começou a tocar gatinha assanhada do Gusttavo Lima.Então chegamos finalmente á G.L.S. tentemos entrar mais fomos barrados,quando estavamos quase desistindo senti alguem me cutucar, virei e olhei espantada,era o Matheus ,então ele nos colocou para dentro.Entramos,e lego olhei um homem, muito lindo e forte,com uma aparencia atraente,enfim, olhei para ele e ele olhou para mim,e disse:
-Oi,meu nome é Gabriel Dias,adorei seus sapatos.
-A oi obrigada.
Nossa pensei que ele iria me convidar para dançar ou me oferecer uma bebida,mais logo percebi que ele
-Oi,meu nome é Gabriel Dias,adorei seus sapatos.
-A oi obrigada.
Nossa pensei que ele iria me convidar para dançar ou me oferecer uma bebida,mais logo percebi que ele
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
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